MÓDULO 9
O SOM NO CINEMA

Aula 69 – 16:35
O som é o elemento expressivo do cinema que paradoxalmente é percebido mas pouco valorizado. Porque a audiência não valoriza o trabalho de som quando ele não é acintoso e destoante? Vamos conhecer os seis princípios sonoros que costumam estar em ação, normalmente, em quase todos os filmes, isoladamente ou de forma conjunta. São formas usuais de trabalhar o som nos filmes: perceber isso, de forma consciente, é o primeiro passo para podermos prestar atenção nas inúmeras maneiras que o som pode ser usado no cinema

Aula 70 – 16:40
Os princípios sonoros se manifestam a partir da maneira como três elementos básicos se articulam em quase todos os filmes sonoros: os diálogos, a música e os ruídos. A depender do filme, a importância de cada um deles é ampliada, mas em todos eles, a maneira como a mixagem e a edição trabalham esses elementos em relação à imagem definem a qualidade e a importância da trilha de som de uma obra

Aula 71 – 12:22
O som tem um papel importante na constituição do mundo do filme a partir da construção de um espaço sonoro que pode ser manipulado de formas que o espectador nem sempre perceba de forma consciente. Enquanto a perspectiva sonora pode transformar a lógica do som nos filmes, as pontes sonoras promovem a construção de uma “liga” entre planos que auxilia na montagem. Nessa aula também falamos sobre as atitudes ou modos de escuta, e como perceber de que maneira você se comporta ao “ouvir” um filme pode ajudar vocês a prestar mais atenção nesse elemento expressivo da linguagem.

Aula 72 – 22:30
Ainda nos anos 70 Claudia Gorbman popularizou a definição básica de nomenclatura de como age o som na diegese, e obviamente essa abordagem gerou novos olhares. Vamos ver aqui de que forma o som pode agir ne relação do que acontece no filme e do que nós ouvimos do lado de cá, a partir das percepções do som extradiegético e do som diegético, com vários exemplos

Aula 73 – 12:30
Sons podem emanar de diferentes fontes, e como vimos, o cinema busca dar ao espectador, pela ambiência a sensação de realidade com sons emanando de 360°. Teóricos do som no cinema classificam de maneira simples a relação entre o som que ouvimos e o que vemos. Mais do que saber a classificação, interessa a nós, como sempre, percebermos como ele se manifesta e as diferentes opções de seu uso em uma narrativa

Aula 74 – 19:00
A aplicação dos princípios sonoros que vimos anteriormente permite que a gente perceba como o cinema pode usar de diferentes estratégias na maneira de tratar o som em uma cena de forma a criar sentidos ou direcionar nossa atenção quando observamos a relação entre o ponto de vista de uma cena e o ponto de escuta da narrativa, que mais criativos serão quanto mais forem explorados na sua relação

Aula 75 – 20:33
O som exibe certas propriedades que entram em ação no processo do espectador de reconhecer a trilha sonora e o papel que ela desempenha na ação ativa de compreender o filme. Vamos falar de ritmo, métrica, timbre, volume e altura, sobre as diferenças dos processos de edição e mixagem e a criação de sons para o cinema

Aula 76 – 18:30
O silêncio pode ser ensurdecedor. Não apenas o silêncio literal – que quase nunca é alcançado num filme, mesmo que ele seja uma criação do cinema – mas também o silêncio que se manifesta em algum dos elementos do som fílmico que, por sua ausência, consegue se tornar mais importante para a narrativa do que pela sua presença.