MÓDULO 4

O PLANO E SUA EXPRESSIVIDADE

Aula 18 – 10:26
O Plano, unidade fundamental

Qual é a unidade fundamental do cinema? O olhar para o frame e para o plano dividem essa particularidade, mas é certo que o plano contém a atenção básica inicial daquilo que consideramos como linguagem audiovisual. Nessa aula a gente fala sobre isso e sobre as primeiras definições quando vemos um filme, sobre a objetividade ou subjetividade do olhar da câmera

Aula 19 – 15:21
Campo e extracampo

Cinema é visual, mas ele funciona, diferente da pintura, baseado na ideia de que o campo de sua narrativa é mais amplo do que aquilo que nós efetivamente vemos em tela. Debatemos e vemos aqui como é importante atentar para o extracampo, ou fora de campo, todo o conjunto de coisas que não estão visíveis mas são igualmente importantes

Aula 20 – 09:56
Quebrando a quarta parede

Existe uma distância que nos deixa confortáveis ao vermos um filme, uma espécie de janela (a tela) que nos oferece a segurança de observar os acontecimentos de um filme protegidos por uma parede invisível que separa nosso mundo do mundo do filme. Mas e quando essa parece é quebrada, e o filme fala conosco? E esse olhar para nós, sempre é uma quebra?

Aula 21 – 13:35
Campo e Contracampo

O surgimento da montagem trouxe com ela a construção de um jogo de planos que se opõem espacialmente para permitir que acompanhemos as interações entre personagens. Mas o campo/contracampo permite que se diga/mostra muito mais nas entrelinhas, quando se observa como se dá essa construção em termos de composição

Aula 22 – 15:00
As Propriedades Discursivas

Robert Hunt conceitua o que chama de propriedades discursivas. São pontos que o cineasta deve considerar ao pensar em decupar (planejar) um plano, propriedades da câmera que ajudam a passar uma ideia e dizem respeito a uma pergunta: como eu filmo isso, e porquê eu filmo assim?

Aula 23 – 12:20
Escala de Planos

A base da chamada escala de planos é o corpo humano. A partir da maneira como enquadramos o corpo humano no quadro, temos uma escala de aproximação que traz, junto, uma nomenclatura própria. Ainda que essa nomenclatura esteja longe de ter uma padronização, é interessante entender ela e os eventuais usos que se possa fazer dela

Aula 24 – 11:40
O Enquadramento como expressão

No cinema, a composição é a estética visual do plano. Diz respeito ao resultado da aplicação das chamadas propriedades discursivas, e não tem regras. A quebra de convenções ou a maneira como eu posiciono os elementos em jogo no plano pode dizer muito sobre as intenções de discurso visual daquele plano.

Aula 25 – 12:15
Composição, poder e discurso

Pela maneira como eu componho os elementos no plano e os enquadro, eu posso expressar relações de poder ou estabelecer discursos compreensíveis a partir do olhar sobre o que há junto ao principal foco daquele plano. Vamos ver como o enquadramento pode expressas poder e fragilidade

Aula 26 – 16:21
Princípios do Design Visual

Blain Brown conceitua, em seu livro CINEMATOGRAFIA, o que ele denomina de Princípios do Desgn Visual, aspectos usualmente encontrados (nem sempre ao mesmo tempo) nos filmes que expressam muito das intenções do diretor ao enquadrar e compor seus planos. Vamos conhecer esses princípios com exemplos de sua aplicação

Aula 27 – 14:39
Mundo Aberto e Mundo Fechado

Eu posso mostrar as coisas de forma fechada (com pouco espaço e próximo ao personagem) ou de forma aberta (na relação entre o personagem e o espaço ao seu redor). Essa simples escolha de enquadramento também é discursiva, e, mudando ao longo de um filme, pode expressar a própria situação das personagens

Aula 28 – 13:21
Razão de Aspecto no cinema

O cinema se desenvolveu com diferentes razões de aspecto, em diferentes momentos da história do cinema. Mais do que perceber como ela pode mudar e como se transformou – e os motivos disso – é interessante vermos como, em cada razão de aspecto, as coisas acontecem dentro dos limites escolhidos (ou impostos) ao cineasta

Aula 29 – 13:28
Profundidade de Campo

A escolha das lentes com as quais o cineasta filma algo envolve escolhas que trazem, como resultado, aproximação, ampliação, lateralidade e foco. Observar tudo em foco ou aproximar os personagens e desfocar o entorno é uma escolha que, normalmente, tem uma função expressiva

Aula 30 – 11:00
Movimentos de Câmera

“A história da evolução do cinema é a história da libertação da câmera”. A frase ajuda a resumir a importância da movimentação da câmera para fazer escolhas referentes ao campo e como ela nos conduz a percorrer a diegese do filme. Vamos ver quais são os tipos de movimentos de câmera e asa consequências de suas escolhas

Aula 31 – 15:00
Ângulos de Câmera

Uma das questões a serem feitas na decupagem é “de que angulação eu vou filmar isso?” O cineasta tem diferentes ângulos com os quais pode observar o que está registrando, e sua escolha pode tanto ter relação com a melhor maneira de observar o mundo do filme como a querer expressar uma ideia