MISE-EN-SCÈNE E SEUS ELEMENTOS

Aula 32 – 21:00
O Que é Mise-en-scène
Tudo o que você vê é planejado para ser visto da exata forma que você vê, mesmo que sem intenções maiores que a própria ambientação fundamental da obra. Cabe ao espectador dialogar com o filme e perceber as intenções daquilo que vemos. Se no módulo anterior vimos COMO enquadrar o mundo, agora vamos ver a influência DO QUE É enquadrado dentro da obra

Aula 33 – 11:00
Cenário e suas funções
O espaço é um dos elementos expressivos mais importantes do cinema pela maneira como age, inconscientemente, na percepção que o espectador tem do que acontece na sua frente. Ele é pensado e desenvolvido de acordo com quatro fatores relacionados à função que ele vai exercer na obra

Aula 34 – 19:00
Cenário como Microcosmo
Ampliando a aula anterior a outras ideias de outros autores, temos três tipos de funções exercidas pelo cenário numa obra, e uma delas, a mais discursiva, é transformar o ambiente em um microcosmo que reúne toda uma estrutura social para fins discursivos

Aula 35 – 08:15
Tipos de Cenários
A identificação do tipo de cenário, dentro das classificações propostas por Martin, ajuda tanto o crítico como o estudioso ou o leigo a perceber melhor qual a função que o cineasta pretende dar a esse elemento dentro da proposta da obra

AULA 36 – 08:21
INTRODUÇÃO AO FIGURINO E MAQUIAGEM
Figurino e Maquiagem fazem parte do arsenal de ferramentas expressivas do cinema e são muitas vezes absorvidas de maneira natural, mas estão sempre desempenhando uma função, da mais básica às mais discursivas. A aula introduz o tema com alguns exemplos

Aula 37 – 08:33
Tipos de Figurinos
Classificações, para o espectador, não servem para estudo, mas para percepção do papel do figurino dentro da proposta do filme. Segundo Martin, o figurino no cinema pode ser classificado de três maneiras, e identificar elas ajuda a entender tanto contexto de época de produção como de função dentro da obra

Aula 38 – 15:54
Como age o figurino
Conhecidos os tipos de figurinos e suas possibilidades dentro de uma história, vamos agora, a partir de uma série de exemplos, ver como diferentes tipos de figurino podem ajudar a contar uma história.

Aula 39 – 19:00
A Importância da Fotografia
A fotografia é normalmente abordada como elemento técnico da cinematografia, envolvendo lentes e equipamentos, mas aqui no curso a gente coloca no módulo de mise-en-scène pela abordagem voltada aos poderes expressivos da fotografia de um filme e sua relação com a iluminação, elemento da mise-en-scène. E a gente parte da seguinte premissa: fotografia não são imagens bonitas. O que define uma fotografia em um filme, afinal?

Aula 40 – 20:29
A iluminação como discurso
Mais do que conhecer tipos de luz, intensidade, posicionamento e nomes, vamos aqui começar a perceber como essas possibilidades permitem contar histórias a partir de convenções – ou quebras de convenções – acerca do poder da luz sobre a trajetória dos personagens. É hora de começar a reconhecer a luz usada em cena e seu poder discursivo

Aula 41 – 13:43
Como age a luz no cinema
A luz pode agir de diferentes maneiras, a partir das intenções do diretor. Vamos ver diferentes formas de entender o uso da luz em filmes como Cidadão Kane, Lincoln, Luz de Inverno, A Paixão de Ana, Zodíaco, 12 anos de Escravidão, Os Amantes de Montparnasse, A Paixão de Cristo e As Vinhas da Ira

Aula 42 – 21:11
Introdução à cor no cinema
A cor pode ser observada em um filme a partir de dois critérios e age sobre nós de quatro formas diferentes, a rigor. Nessa aula introdutória começamos a ver o poder e a influência da cor, não apenas na criação de sentido, mas ajudando a criar e dar sentido ao mundo diegético que vemos no filme

Aula 43 – 20:45
Usos da Cor no Cinema
Já vimos algumas orientações de como a cor pode ser observada por nós, agora é hora de vermos alguns exemplos de diferentes aplicações que vão desde a escolha da saturação da paleta de cores até a presença deles na iluminação, nas transições ou na criação de sentido

Aula 44 – 23:55
Encenação e Blocagem
Dos elementos da mise-en-scène, a blocagem talvez seja o mais imperceptível ao espectador, uma arte derivada do teatro que expressa o cuidado do realizador em encenar para a câmera – logo para o espectador – o que acontece dentro do plano.

