FORMA E NARRATIVA

Aula 45 – 16:23
O FILME COMO SISTEMA FORMAL
O que é a FORMA do filme? A partir de diferentes autores, introduzimos aqui a noção de forma como a expressão conjunta dos elementos que compõem um filme, em direção a uma proposta. É necessário compreender a importância da forma e como ela age nas nossas expectativas em relação à uma estrutura que funciona quase como um sistema formal, que pode atender ou desafiar nossas expectativas

Aula 46 – 24:18
FORMA, EXPECTATIVA E EMOÇÃO
A maneira como a forma é desenvolvida tem relação com a proposta do filme e nossa relação com ela é construída pela obra ou pelas nossas noções externas à obra. Reagimos a um filme baseado na nossa compreensão de como o conteúdo é tratado, e reagimos a ele também motivados pela manipulação dos elementos formais

Aula 47 – 24:18
PRINCÍPIOS DA FORMA FÍLMICA
Se podemos entender a forma como um sistema que agrega a maneira como diferentes elementos expressivos agem na direção de concretizar artisticamente uma proposta narrativa, também podemos buscar identificar certos princípios que regem o funcionamento desse sistema. Bordwell e Thompson tentaram fazer isso e apontaram cinco princípios da forma do filme

Aula 48 – 13:00
INTRODUÇÃO À NARRATIVA FÍLMICA
Contas histórias é inerente ao ser humano. Contamos e ouvimos histórias desde antes de desenvolvermos uma linguagem. Obviamente o cinema se tornou uma das formas mais completas e complexas para contar histórias, e deve ao fascínio humano pela narrativa a sua popularidade. Começamos aqui a entender os conceitos de narrativa, e a diferenciar a história do enredo

AULA 49 – 20:00
RELAÇÕES ENTRE HISTÓRIA E NARRATIVA
Aprendemos que existe uma diferença entre a história e o enredo de um filme. Nessa relação o que acontece, o que selecionamos para mostrar e a maneira como mostramos, existem diferentes maneiras de criativamente expor os fatos. Veremos nessa aula três dessas maneiras expostas nas relações de ORDEM dos fatos, da FREQUÊNCIA dos fatos e da DURAÇÃO dos fatos no transcorrer de um filme

AULA 50 – 08:22 FREQUÊNCIA ITERATIVA
No módulo vimos as relações entre história e narrativa conceituadas por Gaudreault e Jost. Nesse complemento, comento uma delas, a FREQUÊNCIA, especificamente o que os autores chamam de frequência ITERATIVA, com uma cena do filme O PREÇO DA VERDADE (2019)

AULA 51 – 16:00
OS MODOS NARRATIVOS
Hora de vermos de perto os modos narrativos, a partir do seguinte questionamento: o narrador – seja ele em off ou a câmera – sabe mais que os personagem, sabe a mesma coisa que os personagens ou sabe menos que eles?
Essa decisão molda nossas reações e produz forte influência no resultado final da narrativa, inclusive acarretando na classificação do tipo de narrativa do filme, assunto de outra aula mais adiante

AULA 52 – 18:30
O VER E O OUVIR NARRATIVO
Um dos aspectos que diferencia o audiovisual da literatura, em termos narratológicos, é o fato de o filme nos permitir VER e OUVIR. A relação entre o que o personagem vê ou ouve e o que nós, espectadores, vemos ou ouvimos, oferece uma imensa gama de possibilidades ao cineasta para desenvolver ideias, sensações e identificação. Gaudreault e Jost teorizam, em cima das ideias de Gennette, quais as implicações dos conceitos de OCULARIZAÇÃO e AURICULARIZAÇÃO no cinema

AULA 53 – 23:20
O NARRADOR CINEMATOGRÁFICO
Se há algo sendo narrado, sempre há algo ou alguém que narre. Essa máxima nos leva a perceber que mesmo que não tenhamos, em um filme, uma narração perceptível, sempre teremos alguém fazendo as vezes de narrador daquela história, e conhecer as maneiras como a teoria categoriza os tipos de narrador e as circunstâncias em que ele pode ser identificado é essencial para a compreensão da articulação narrativa de um filme

AULA 54 – 12:22
TIPOS DE NARRATIVA
Diretamente relacionado aos modos narrativos e à percepção (ou definição de quem faz o filme) do tipo de NARRADOR, é possível classificar também qual o tipo de narrativa se desenvolve em qual momento do filme. Cineastas podem optar por um tipo de narrativa constante ao longo de todo filme ou subverter as regras e, apenas em determinados momentos, alterar essa percepção do que está sendo contado, do que sabe o personagem e do que sabemos para provocar reações na audiência

