MÓDULO 2 - O OLHAR PARA O FILME

Começamos a trilhar o caminho para uma leitura semiótica do filme.
Nesse segundo módulo, falamos do ato de ver e perceber, os regimes imagéticos, a importância do estranhamento na obra de arte e os níveis de sua interpretação, preparando o caminho para abordarmos a semiótica no cinema no próximo módulo.

COGNIÇÃO E IDENTIFICAÇÃO
Aula 4 – 16:48

O ato de ver um filme envolve dois processos: um é cognitivo, e envolve a aplicação de todo o conhecimento que você carrega consigo – e vai aperfeiçoar por meio do curso – e o outro envolve a maneira como nos identificamos com o que está em cena. Entender isso pode ser o primeiro passo para entender nossas reações ao que vemos, à parte a qualidade técnica ou formal do filme em si

EXPECTATIVA E ESTRANHAMENTO
Aula 5 – 15:29

Um filme é um contínuo renovar de expectativas, em que elas são saciadas ou frustradas, provocando nossa participação ativa em um filme. E a maneira como essas expectativas são saciadas ou frustradas provocam maior ou menor estranhamento. Vamos ver a importância desses dois conceitos para entender, também, nossas reações de aproximação ou afastamento de certos filmes

A FISIOLOGA DA PERCEPÇÃO
Aula 6 – 07:04

James Monaco diz que existem três tipos de percepção em jogo quando olhamos para um filme como “leitores”, em que entram em jogo nossa capacidade de perceber, de relacionar e de questionar. Quanto mais processos estiverem envolvidos, melhor espectador você será

O OLHAR ICONOLÓGICO
Aula 7 – 09:08

Erwin Panofsky, renomado pesquisador e historiador da arte, desenvolveu um método iconológico de aproximação para interpretar uma obra de arte, uma espécie de “fases” pelas quais se passa para observar e melhor entender a arte. Seu método pode ser aplicado em qualquer tipo de arte, e é uma interessante introdução sobre o processo semiótico que todo espectador desenvolve ao assistir a um filme, mesmo que não perceba